quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

descaso com idoso

Santarém - Por falta de conhecimento, muitos acreditam que os anciãos não possuem direitos previstos por lei.

Esperar horas em uma fila ou ser ignorado na parada de ônibus. Essas situações são comuns.

O presidente da Comissão dos Direitos dos Idosos, Dulfe de Azevedo, dá um exemplo.

“Nos bancos tem um caixa destinado ao idoso, ao deficiente e a gestante, mas a quantidade dessas pessoas é muito grande. Enquanto para as outras atividades existem inúmeras máquinas”.

O Estatuto do Idoso aprovado em setembro de 2003 regulamenta os direitos e deveres dos anciãos e institui penas severas para quem desrespeitar ou abandonar esses cidadãos.

O serviço de atendimento preferencial ao ancião representa respeito e é um direito a todos os integrantes da terceira idade. Fazem parte dessa faixa etária as pessoas acima de 60 anos.

A preferência as pessoas mais velhas em hospitais, bancos, comércio ou qualquer instituição não deve ser apenas uma ajuda, mas sim um compromisso, pois está prevista na lei.

Por isso a comissão busca conscientizar toda a população da importância de respeitar e zelar pela vida dos dessas pessoas, pois o jovem de hoje é o idoso de amanhã.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Marés

Marés são as alterações do nível das águas do mar causadas pela interferência gravitacional da Lua e do Sol (esta última com menor intensidade, devido à distância) sobre o campo gravídico da Terra.

Num campo gravitacional terrestre ideal, ou seja, sem interferências, as águas à superfície da Terra sofreriam uma aceleração idêntica na direção do centro de massa terrestre, encontrando-se assim numa situação isopotencial (situação A na imagem). Mas devido à existência de corpos com campos gravitacionais significativos a interferirem com o da Terra (Lua e Sol), estes provocam acelerações que actuam na massa terrestre com intensidades diferentes. Como os campos gravitacionais actuam com uma intensidade inversamente proporcional ao quadrado da distância, as acelerações sentidas nos diversos pontos da Terra não são as mesmas. Assim (situação B e C na imagem) a aceleração provocada pela Lua têm intensidades significativamente diferentes entre os pontos mais próximos e mais afastados da Lua.
Desta forma as massas oceânicas que estão mais próximas da Lua sofrem uma aceleração de intensidade significativamente superior às massas oceânicas mais afastadas da Lua. É este diferencial que provoca as alterações da altura das massas de água à superfície da Terra.
Quando a maré está em seu ápice chama-se maré alta, maré cheia ou preamar; quando está no seu menor nível chama-se maré baixa ou baixa-mar. Em média, as marés oscilam em um período de 12 horas e 24 minutos. Doze horas devido à rotação da Terra e 24 minutos devido à órbita lunar.
A altura das marés alta e baixa (relativa ao nível do mar médio) também varia. Nas luas nova e cheia, as forças gravitacionais do Sol estão na mesma direcção das da Lua, produzindo marés mais altas, chamadas marés de sizígia. Nas luas minguante e crescente as forças gravitacionais do Sol estão em direcções diferentes das da Lua, anulando parte delas, produzindo marés mais baixas chamadas marés de quadratura.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

o que vc vai ser quando crecer???


jogador de futebol

A vocação é a inclinação para uma actividade profissional ou artística definida. A psicologia actual admite uma verdadeira «predestinação» na escolha de um ofício em certos indivíduos. (…) No entanto, esta vocação real pode ser desconhecida ou simplesmente irrealizável. Pode, então, criar perturbações psicológicas, devidas à insatisfação das aspirações profundas do sujeito. Não se pode chamar verdadeiramente vocação senão à do sujeito/ senão à orientação que concilia os desejos conscientes e inconscientes do sujeito e das suas aptidões, o seu potencial. As crises de vocação da adolescência não correspondem sempre a uma tal necessidade interior, mas sim, muitas vezes, a um entusiasmo passageiro por uma vedeta ou herói.
A vocação de todas as pessoas começa a se desenvolver na infância, logo nos primeiros anos de vida. A criança, ao brincar, descobre suas aptidões, desenvolve sua criatividade e raciocínio. Por isso, é importante deixá-la livre para se sujar, organizar sua bagunça da maneira como acredita ser a ideal, inventar histórias, criar amigos imaginários e acreditar em fantasias.
É preciso deixar a criança viver em seu próprio mundo, e assim, despertar em seu verdadeiro universo.

bailarina

Cada ser humano tem um potencial característico e que, na infância, é determinante para escrever seu futuro. Uma criança já sabe exatamente o que quer ser quando crescer, basta observar suas brincadeiras, suas atitudes, sua maneira de pensar.

 

fera no pc

A psicologia talvez possa explicar essa relação. Mas, insisto em afirmar que a criança está mais ligada à realidade do que os adultos e, por isso, ela é capaz de sentir as coisas como elas realmente são.
Elas são mais desligadas do plano material e entendem com perfeição seus reais desejos, dos que não são verdadeiros, mesmo que não seja algo consciente. Elas sabem exatamente o que querem e percebemos isso quando fazem birras.
Ao longo de nossas vidas, podemos traçar outros caminhos que, muitas vezes, não condizem com o que realmente queremos, seja por falta de condições ou por necessidade de trilharmos outros caminhos, mas nossa essência sempre será a das brincadeiras de criança, quando éramos puros e “livres” para criar.
Por isso, é importante voltarmos no tempo e pensarmos no que éramos e no que somos hoje, no que construímos para nós e no que realmente queremos. A resposta sempre estará em nosso passado…em nosso coração.
Nossa história revela quem somos de verdade.

artista

Os factores que influem na vocação profissional vão desde os mais irrenunciáveis, como a idade ou classe social a que pertence, até aos mais exteriores, que determinam as nossas inclinações pessoais fora do nosso domínio: o mercado de trabalho, a evolução social e os meios de comunicação da comunidade. E a criança/jovem mais do que ninguém, vai assumindo, tornando seus, cada um destes factores, inclusive aqueles que se contradizem entre si, desembocando por vezes na desorientação total, que se exprime simplesmente pelo medo de decidir.

De que o visor da calculadora é feita?

Um monitor de cristal líquido (em inglês: liquid crystal display), ou LCD, é um monitor muito leve e fino sem partes móveis. Consiste de um líquido polarizador da luz, electricamente controlado que se encontra comprimido dentro de celas entre duas lâminas transparentes polarizadoras. Os eixos polarizadores das duas lâminas estão alinhados perpendicularmente entre si. Cada cela é provida de contactos eléctricos que permitem que um campo magnético possa ser aplicado ao líquido lá dentro.

A tecnologia LCD já é utilizada há algum tempo. Como exemplo podemos citar consoles portáteis (Gameboy Advance da Nintendo), relógios digitais, calculadoras, entre outros acessórios.

Vantagens:

Os monitores (seja do PC, da TV ou qualquer outro produto que utilize esse recurso) do tipo LCD possuem uma tela que é realmente plana, eliminando as distorções de imagem dos monitores do tipo CRT (que tem suas telas curvas, causando as distorções);
Cansam menos as vistas;
Os monitores LCD gastam menos energia do que os CRT;
Emitem pouquíssima radiação nociva, tendo modelos que não emitem nenhuma radiação desse tipo.
Desvantagens:

Os preços desses monitores são bem mais caros em relação aos tradicionais;
Esses monitores tem o ângulo limitado a uma visão perpendicular (90º). Qualquer desfalque da visão causa distorção nas cores e na imagem;
Contraste inferior ao modelo CRT.

Quem nunca se perguntou como é feito o esmalte? Todas nós, meninas já parou alguma vez para pensar nisso.
A resposta para essa pergunta está aqui.

Bom, a fabricação de um esmalte é cheia de etapas, que leva,em média, seis meses desde a idéia inicial até chegar ás prateleiras. Normalmente, são lançadas duas coleções por ano, além das edições limitadas, cada coleção costuma ter de seis a oito novas cores. Mas isso tudo depende do fabricante – até porque fazer esmaltes dá um trabalhão! Olha só meninas.
1.  Definição das novas cores
Os fabricantes ficam ligados nos principais desfiles de moda para checar que cores serão tendência. Depois, ajustam essas informações ao perfil de suas consumidoras. Geralmente, é a equipe de marketing que cuida disso, porém algumas empresas fazem até parcerias com estilistas.
2. Batizado do esmalte
Esse é mais um trabalho para o marketing da empresa fabricante. O nome do esmalte geralmente tem a ver com a cor e a tendência em que ele foi inspirado. Por exemplo, o Twiggy, da coleção Risqué Pop 4 you, homenageia a modelo britânica de mesmo nome que virou um ícone fashion nos anos 60. Já o Santo Luxo, da Impala, é verde-escuro, uma cor muito usada nos vestidos da realeza.
3. Escolha dos ingredientes
O departamento de controle de matérias-primas analisa cada uma delas para checar se estão destro dos padrões de qualidade. As mais usadas são: solventes, resinas, agente plastificante (não deixa o esmalte ficar quebradiço) e, claro, os pigmentos, que são as cores. As embalagens também são analizadas nessa fase.
4. Com a mão na massa
Os materiais são despejados em um tanque de aço inox para formar a base do esmalte. Tudo segue uma ordem definida, de acordo com as propriedades químicas de cada composto. Inicialmente, essa base é incolor – mas não tem nada a ver com aquelas bases fortalecedoras ou de extrabrilho. É uma base padrão, que vai virar o esmalte depois.
5. Controle de qualidade
O pessoal do controle de qualidade checa se a base fabricada pode ir para a próxima etapa. Eles verificam, por exemplo, se a  viscosidade e o odor estão dentro do padrão. Se houver algum problema, ainda da tempo de corrigir! Se estiver tudo certo, é a hora de adicionar pigmentos na mistura para dar a cor. Depois, ela passa novamente por um controle de qualidade em que novas especificações são checadas, como a textura. Só então o esmalte vai para os frascos e de lá…para as suas mãos!
Agora que já sabemos de como é feito o esmalte é hora de você escolher a sua cor predileta e arrasar!
Quem não gosta de esmalte ou nunca usou um???
Cada dia tem um novo e mais complexo!!!
Legal né???

Como é feito os travesseiros de pluma de ganso?

Todas as aves têm penas e plumas. As penas ficam do lado de fora, são rígidas e impermeáveis. As plumas ficam embaixo das penas e servem para aquecer a ave. Na época de frio, as aves naturalmente desenvolvem mais plumas, que no fim da estação fria vão se soltando e caindo. São essas plumas que são retiradas. Basta um leve puxão que elas saem, não causando dano ou dor, pois já estão praticamente soltas. Gansos são criados por serem aves de grande porte e produzirem mais plumas. Para a ave é até um alívio terem essas plumas retiradas quando está mais quente.

Artrópode S2

Os Artrópodes (do grego arthros: articulado e podos: pés, patas, apêndices) são animais invertebrados caracterizados por possuírem membros rígidos, articulados, com vários pares de pernas, que variam em número de acordo com as classes. Compõem o maior filo de animais existentes, representados por animais como os gafanhotos (insetos), as aranhas (arachnida), os caranguejos (crustáceo), as centopeias (quilópodes) e embuás (diplópodes), somam mais de um milhão de espécies descritas ("apenas" mais de 890.000 segundo outros autores). Mais de 4/5 das espécies existentes são Artrópodes, que vão desde as formas microscópicas de plâncton com menos de 1/4 de milímetro, até crustáceos com mais de 3 metros de espessura. [1]
Os artrópodes habitam praticamente todo o tipo de ambiente: aquático e terrestre e representam os únicos invertebrados voadores. Existem representantes parasitas e simbióticos. Há registros fósseis de artrópodes desde o período Cambriano.

Anatomia dos artrópodes

Os artrópodes têm (1) apêndices articulados e (2) o corpo segmentado, envolvido num (3) exoesqueleto de quitina (números da imagem acima). Os apêndices estão especializados para a alimentação, para a percepção sensorial, para defesa e para a locomoção. São estas "patas articuladas" que dão o nome ao filo e que o separam dos filos mais próximos, os Onychophora e os Tardigrada[1].O exoesqueleto é uma camada de cutícula quitinosa que reveste externamente todo o corpo dos artrópodes. Ele apresenta placas articuladas e contínuas. A presença de fenol na placa a deixa mais rígida e com a cor mais escura.
Eles são animais metamerizados, isto é, têm corpo segmentado, mas sua metameria não é tão evidente como a dos anelídeos; isso porque sua metameria heteronôma: os metâmeros (segmentos) diferenciam-se durante o desenvolvimento, alguns deles fundindo-se para a formação de tagmas que, como nos insetos, são tipicamente:
Dentre as diferentes classes de artrópodes há casos em que dois ou mais tagmas se unem formando uma única peça como é o caso de certos grupos de crustáceos em que os tagmas cabeça e tórax se unem formando o cefalotórax e nos quilópodes e diplópodes em que o tórax se une com o abdômen formando o tronco. No subfilo Chelicerata os tagmas denominam-se prossoma (que corresponde ao cefalotórax) e opistossoma (que corresponde ao abdômen)
O primeiro segmento da cabeça é denominado ácron e normalmente suporta os olhos, que podem ser simples ou compostos. O último segmento do abdômen é terminado pelo télson. Cada segmento contém, pelo menos primitivamente, um par de apêndices.
Para poderem crescer, os artrópodes têm de se desfazer do exosqueleto "apertado" e formar um novo, num processo designado muda ou ecdise(é uma troca periódica do exoesqueleto, sendo o tempo e a quantidade de trocas variáveis de acordo com a espécie e as condições ambientais). O ponto de começo da ecdise é na linha de muda.
Por fazerem mudas, eles fazem parte do clado Ecdysozoa, que é um dos maiores grupos do reino animal, incluindo ainda os nematódeos, os Nematomorpha, os Tardigrada, os Onychophora, os Loricifera, os Priapulida e os Cephalorhyncha.
Diferentemente de anelídeos e moluscos,a excreção dos artrópodes é realizada por Túbulos de Malpighi,ou por glândulas especializadas, e não por nefrídeos.
Muitos grupos de artrópodes respiram por um sistema de traqueias, túbulos que abrem para o exterior através de poros na cutícula chamados espiráculos, e que se estendem por todo o corpo, promovendo a troca de gases.. Nos aracnídeos, existe também as chamadas filotraquéias ou pulmões foliáceos. Crustáceos respiram por brânquias e insetos aquáticos têm brânquias ligadas ao sistema de traqueias.
O sistema circulatório dos artrópodes consiste numa bateria de corações que se dispõem ao longo do corpo e que bombeiam a hemolinfa (o "sangue" destes animais na maior parte das vezes não contém hemoglobina, baseada em ferro, mas sim hemocianina, baseada em cobre), que se encontra banhando os tecidos. Nos insetos, os pigmentos respiratórios estão ausentes.
O sistema nervoso, de um modo geral, é como o dos anelídeos: gânglios cerebróides anterior dorsal, seguido de um par de nervos ventrais, com um par de gânglios por segmento. Porém nos artrópodes existe um alto grau de cefalização, o cérebro é formado pela fusão dos gânglios cerebróides, e tem três regiões distinguidas: o protocérebro, o deuterocérebro e o tritocérebro.
Os artrópodes são geralmente dióicos, com fecundação interna, utilizando de apêndices modificados para transferência de espermatozóides.
Embora alguns artrópodes tenham um padrão de desenvolvimento embrionário semelhante a dos anelídeos, na maior parte os ovos dos artrópodes são ricos em alimento e centrolécitos, a albummina, que fica no centro do ovo, deixando na periferia citoplasma sem albumina. Ocorre a clivagem superficial do ovo e o embrião desenvolve-se na periferia do ovo.
Os artrópodes são protostômios e possuem um celoma reduzido a um espaço à volta dos órgãos da reprodução e da excreção.

Classificação e filogenia dos artrópodes

Um grupo tão numeroso e diversificado, tanto em espécies atuais como extintas, como os artrópodes teria de ser necessariamente difícil de classificar, assim como de definir as suas relações filogenéticas.
Tradicionalmente, considerava-se que os artrópodes teriam tido origem nos anelídeos, por causa da semelhante segmentação do corpo. No entanto, estudos genéticos recentes mostraram que não é assim e que os filos mais próximos dos artrópodes são os Onychophora e os Tardigrada, formando um grupo monofilético: os Panarthropoda. Além disso, parece aceitável que estes filos e os restantes Ecdysozoa formam um clado monofilético. Os anelídeos, por outro lado, têm características embrionárias em comum com os moluscos e são atualmente classificados no clado Trochozoa (ou Lophotrochozoa, juntamente com os rotíferos e outros animais antes considerados pseudocelomados).
As relações internas de Arthropoda também são controversas. Parece haver consenso de que os animais possuidores de mandíbulas formem um grupo monofilético, os Mandibulata. No entanto, as relações dentro de Mandibulata ainda não estão muito claras, havendo duas hipóteses alternativas: - Atelocerata: (Crustacea, (Myriapoda, Hexapoda)) - Pancrustacea: (Myriapoda, (Crustacea, Hexapoda)). Por esta razão, se adotou aqui a classificação em cinco sub-filos, que é a mais aceita.
A subdivisão dos artrópodes em grupos que possam igualmente ser considerados clados é também contenciosa. Alguns autores consideram que os Hexapoda e os Myriapoda formam o clado Uniramia, com apêndices não divididos e que seriam um "clado-irmão" dos crustáceos, mas a filogenia destes grupos ainda não está bem estabelecida, pelo que se adotou aqui a classificação em cinco sub-filos, que é a mais aceita.
Como já foi referido, foram encontrados fósseis de artrópodes do período Cambriano, mas há indicações de que formas ainda mais antigas, pertecentes à “Biota Vendiana”, como os "Vendiamorfos" e os "Anomalocaridídeos" podem ter sido antepassados dos artrópodes atuais